
mas volto logo!
update
era pra eu ter voltado pra casa na terça, 5/8, mas a falta de um pedaço de papel me fez voltar pra trás, com mala e cuia.
meu paul enviou o tal do pedaço de papel pela "de-aga-ele" com a promessa de chegar aqui ontem, quinta-feira. como foi feriado, eu estava certa que receberia hoje.
hoje eu ligo pra saber e não sei de nada.
não tem aprendizado zen que resista numa conversa com as "atendentes gerundiosas" dessas empresas. o que é isso heim? elas são burras e tem a certeza que somos iguais a elas. vários pedidos educados foram feitos para falar com um gerente, mas só depois de um bom e aplicado grito foi que consegui.
a "gerente", que virou minha amiga de infância, me liga agora e diz que eles não sabem onde está o envelope: saiu de miami na quarta à noite mas não acharam em são paulo. e agora?
aguardem próximo boletim informativo a qualquer momento.
enquanto isso eu fico aqui exercitando todas as lições de "como enfrentar uma situação diferente do meu desejo". urra!
p.s. o meu alicate tá bem amoladinho :o)

achei esta frase agorinha e bateu lá dentro.. uia!:
"se você tem um problema qualquer, você tem algo a perdoar..." (Catherine Ponder)
peguei nesse blog.
e eu perguto de novo: vamos?

32 dias de matança, 1177 civis já morreram em bombardeios no Líbano, Israel e Palestina e o número de mortos aumenta a cada dia.
Assine aqui a petição para cessar a guerra no Oriente Médio.
roubei o post inteiro daqui
bom domingo, boa semana!

e de pica-pau

daqui:

bem podia botar esta faixa nosso país, nera naum?
eu, heim?
domingo nós fomos pedalar numa trilha nova que fica em um parque do governo federal, vizinho à uma agencia de pesquisa de segurança nacional. meu querido paul dobrou no lugar errado e nós fomos parar na porta do "forte apache". gente de deus, sabe aquelas coisas de filme? não tinha como voltar pra trás e logo que nos aproximamos da entrada, o soldado já foi saindo da toca. chegamos rindo pedindo pra não atirar. ele muito simpático disse que não atirava, mas que precisava das nossas identidades e que ia checar informações. quando soube que eu não era cidadã americana, perguntou pelo meu passaporte e eu prontamente respondi: não sou turista, sou residente, não ando com o passaporte. (até tirar minha carteira de motorista sempre andava com o green card, mas agoras tenho identidade e é ela que mostro). ele se conformou e ficou falando pelo rádio na parte atrás do carro. depois veio, pediu que a gente fosse um pouco mais adiante e esperássemos por uma viatura da polícia que iria nos escoltar, pois consideravam que nós estávamos na agência. minutos depois apareceu um carrão pisacando luz alta pra que saíssemos. depois que saímos, piscou de novo pra que parássemos. o carro parou do lado, e uma mulher grandona baixou o vidro pra dar instruções de não parar e que não nos assustássemos se alguma coisa de repente aparecesse do chão. nos escoltou uns 500m e deu meia volta. e eu perguntei ao paul: o que ela quis dizer com "aparecer coisas"? ele arriscou que se a gente fizesse algo suspeito, armas escondida no chão seriam ativadas. eu heim??? tou fora. espero nunca mais dobrar errado.
